Foi com pompa e circunstância, ao som da banda cultural de Marvila (ACULMA), que foi inaugurada este sábado a cobertura do Polidesportivo Vale do Fundão, em Lisboa.
Construída em tempo recorde, cerca de três meses desde a autorização das obras até à finalização das mesmas, a cobertura do polidesportivo vai revigorar a prática de desporto numa das zonas mais carenciadas em termos de infraestruturas na zona de Lisboa.
A obra foi construída em parceria pela edilidade de Lisboa e pela Junta de Freguesia de Marvila e teve um custo superior a 100 mil euros.
As festividades culminaram com o jogo entre as equipas da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez e do Futebol Clube do Rossão. (A Bola)
Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012
Marvila ganha nova vida com cobertura do Polidesportivo Vale do Fundão
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Domingo, 25 de Dezembro de 2011
Segunda-feira, 21 de Novembro de 2011
1º de Dezembro | Todos ao Porto com o PNR!
O PNR, como sempre, celebrará o “1º de Dezembro – Dia da Restauração da Independência”, data ignorada pelos demais partidos políticos e com morte anunciada enquanto feriado nacional, devido à cegueira de um Governo serviçal e submisso face à Troika economicista e materialista.Se eles ignoram o significado das grandes datas nacionais, nós não!
O PNR convoca os Nacionalistas a juntarem-se à sua celebração que, provavelmente, será a última em dia feriado. Venha com o PNR gritar bem alto o nosso sentimento Pátrio, numa hora em que, mais que nunca, a Nação precisa dos seus Filhos.
Às 11.30 da manhã, com concentração na Praça Carlos Alberto, faremos um Acto Público de Afirmação Nacional.
Pelas 13:00 horas, haverá almoço-convívio, que requer marcação prévia para o telefone 91 930 29 64.
Às 15:30 horas, na Junta de Freguesia de Paranhos, realiza-se uma conferência-debate, aberta ao público, subordinada ao tema “Nacionalismo hoje”.
Portugal precisa do PNR, mas o PNR precisa de si!
Contamos consigo neste dia de luta nacional.
Movimento Verde e Energias Renováveis | Primeira de um Ciclo de Conferências
Realizou-se, com grande sucesso a primeira conferência, de um ciclo que se prolongará por 2012, subordinado ao tema do ambiente, energias e ecologia, bandeiras estas, que dizem muito respeito às causas Nacionalistas, já que a defesa da Nação deve ser encarada de modo integral.
A conferência teve início com as palavras de José Pinto-Coelho, falando dos seus objectivos e do empenho do PNR em desenvolver o seu programa no que respeita às energias e defesa do ambiente pois, como sublinhou, a soberania nacional é um dos pilares fundamentais da ideologia Nacional-Renovadora e, como tal, esta não pode estar dissociada, entre outros factores, da protecção do nosso meio ambiente e da maior autonomia possível em termos energéticos.
Seguidamente foi assim apresentado o Movimento Verde, pelo seu principal impulsionador, Rui Amiguinho, que falou dos objectivos, estrutura e modo de actuação deste projecto que conta, até ao momento, com a participação de seis pessoas.
Este movimento autónomo, portador da “Chama” verde pretende, para já, actuar em cinco âmbitos distintos: “Radar Verde”, “Cuidar Animal”, “Debate verde”, “Escola Verde” e “Ética e Solidariedade”.
O início das suas actividades, algumas das quais já previstas e com contactos e parcerias estabelecidas, começa oficialmente no dia 11 de Novembro, estando também em fase de lançamento os “Ramos Regionais” de actuação: Loures, Setúbal, Porto, Coimbra e Leiria.
Após um curto intervalo, o Engenheiro Físico especializado em Energias Renováveis, Afonso Lino, fez uma esclarecedora exposição sobre aquela temático, proporcionando um debate rico e participado, onde muitas questões foram levantadas, e também o lançamento de bases sólidas para o programa que o PNR irá defender neste importantíssimo tema das energias, como factor de autonomia e soberania nacional.
Focou assim a problemática energética actual, abordando as suas múltiplas vertentes como sejam, entre outras, a visão da oferta e da procura, o esgotamento dos recursos fósseis, o fim do crescimento económico ilimitado e o impacte da energia sobre as múltiplas actividades humanas, defendendo assim o mix energético renovável como imperativo e caminho de futuro.
Terminou assim esta primeira conferência, após debate moderado pelo Presidente do PNR, com a clara sensação de sucesso e de que vale bem a pena continuarmos com estas iniciativas e espaços de reflexão, centrados em assuntos que realmente importam para o presente e para o futuro. (PNR)
A conferência teve início com as palavras de José Pinto-Coelho, falando dos seus objectivos e do empenho do PNR em desenvolver o seu programa no que respeita às energias e defesa do ambiente pois, como sublinhou, a soberania nacional é um dos pilares fundamentais da ideologia Nacional-Renovadora e, como tal, esta não pode estar dissociada, entre outros factores, da protecção do nosso meio ambiente e da maior autonomia possível em termos energéticos.
Seguidamente foi assim apresentado o Movimento Verde, pelo seu principal impulsionador, Rui Amiguinho, que falou dos objectivos, estrutura e modo de actuação deste projecto que conta, até ao momento, com a participação de seis pessoas.
Este movimento autónomo, portador da “Chama” verde pretende, para já, actuar em cinco âmbitos distintos: “Radar Verde”, “Cuidar Animal”, “Debate verde”, “Escola Verde” e “Ética e Solidariedade”.
O início das suas actividades, algumas das quais já previstas e com contactos e parcerias estabelecidas, começa oficialmente no dia 11 de Novembro, estando também em fase de lançamento os “Ramos Regionais” de actuação: Loures, Setúbal, Porto, Coimbra e Leiria.
Após um curto intervalo, o Engenheiro Físico especializado em Energias Renováveis, Afonso Lino, fez uma esclarecedora exposição sobre aquela temático, proporcionando um debate rico e participado, onde muitas questões foram levantadas, e também o lançamento de bases sólidas para o programa que o PNR irá defender neste importantíssimo tema das energias, como factor de autonomia e soberania nacional.
Focou assim a problemática energética actual, abordando as suas múltiplas vertentes como sejam, entre outras, a visão da oferta e da procura, o esgotamento dos recursos fósseis, o fim do crescimento económico ilimitado e o impacte da energia sobre as múltiplas actividades humanas, defendendo assim o mix energético renovável como imperativo e caminho de futuro.
Terminou assim esta primeira conferência, após debate moderado pelo Presidente do PNR, com a clara sensação de sucesso e de que vale bem a pena continuarmos com estas iniciativas e espaços de reflexão, centrados em assuntos que realmente importam para o presente e para o futuro. (PNR)
Terça-feira, 15 de Novembro de 2011
Farmácia de Marvila sem remédio ?
Num bairro da zona oriental de Lisboa, a Farmácia Marvila está rodeada pelo "baixo poder de compra de uma população pobre", diz a proprietária Isaura Martinho. Com a quebra acentuada nas vendas, a partir de Junho último, a farmacêutica – recém-divorciada – sentiu-se obrigada a cortar no subsídio de férias e no seu próprio salário. A margem de lucro desapareceu.
"Vou chegar ao final do ano com saldo negativo", estima. As perdas de 25% nas vendas obrigaram a dispensar funcionários. Acontece que esta farmácia é familiar: Isaura e os três filhos – Jorge, de 30 anos, Adriano, 25, e Rui, 22 – dependem exclusivamente desta fonte de rendimento. "Não sei o que seria de nós se eu não tivesse dispensado duas pessoas – e um deles é meu filho, o Adriano, que acaba este ano o curso de Farmácia e está menos dependente do salário".
Jorge conta que "antigamente via a profissão de farmacêutico com estatuto junto da sociedade, perspectivas de estabilidade e até de crescimento profissional. Hoje, já não é uma aposta segura". Acontece que os dois irmãos estão a terminar o curso de Farmácia. "Estou numa agonia só de pensar como é que os meus filhos irão constituir família com esta actual situação... Tenho um apartamento para pagar e penso que será lá, na minha casa, que eles vão continuar a viver", confessa Isaura. Na farmácia já reduziram as luzes acesas e até desligaram o monitor informativo da montra. Em casa, as despesas fixas de 1500 euros vão obrigar, provavelmente, a desligar a TV por cabo. Mas num bairro onde todos conhecem a farmacêutica, Isaura não dispensa as couves e os ovos que lhe oferecem alguns clientes, como gratificação. (C.M)
"Vou chegar ao final do ano com saldo negativo", estima. As perdas de 25% nas vendas obrigaram a dispensar funcionários. Acontece que esta farmácia é familiar: Isaura e os três filhos – Jorge, de 30 anos, Adriano, 25, e Rui, 22 – dependem exclusivamente desta fonte de rendimento. "Não sei o que seria de nós se eu não tivesse dispensado duas pessoas – e um deles é meu filho, o Adriano, que acaba este ano o curso de Farmácia e está menos dependente do salário".
Jorge conta que "antigamente via a profissão de farmacêutico com estatuto junto da sociedade, perspectivas de estabilidade e até de crescimento profissional. Hoje, já não é uma aposta segura". Acontece que os dois irmãos estão a terminar o curso de Farmácia. "Estou numa agonia só de pensar como é que os meus filhos irão constituir família com esta actual situação... Tenho um apartamento para pagar e penso que será lá, na minha casa, que eles vão continuar a viver", confessa Isaura. Na farmácia já reduziram as luzes acesas e até desligaram o monitor informativo da montra. Em casa, as despesas fixas de 1500 euros vão obrigar, provavelmente, a desligar a TV por cabo. Mas num bairro onde todos conhecem a farmacêutica, Isaura não dispensa as couves e os ovos que lhe oferecem alguns clientes, como gratificação. (C.M)
Mercadinho de Natal da Flamenga em Marvila
Nos dias 25 Novembro, 26 e 27 Novembro: Mercadinho de Natal da Flamenga (Há 16 lojinhas para conhecer, com raízes nas artes, nos saberes e nos comércios de Lisboa e arredores.)
25 Novembro, 26 e 27 Novembro: Mercadinho de Natal da Flamenga (Há 16 lojinhas para conhecer, com raízes nas artes, nos saberes e nos comércios de Lisboa e arredores.) Horas: 25 Nov. das 17h00 às 20h00, 26 Nov. das 15h00 às 22h00 e dia 27 Nov. das 15h00 às 20h00 (Rostos.pt)
25 Novembro, 26 e 27 Novembro: Mercadinho de Natal da Flamenga (Há 16 lojinhas para conhecer, com raízes nas artes, nos saberes e nos comércios de Lisboa e arredores.) Horas: 25 Nov. das 17h00 às 20h00, 26 Nov. das 15h00 às 22h00 e dia 27 Nov. das 15h00 às 20h00 (Rostos.pt)
Terça-feira, 1 de Novembro de 2011
Conferência PNR | Movimento Verde e Energias Renováveis
O PNR patrocina uma conferência sobre Ecologia e Energias, aberta ao público, no dia 12 de Novembro, em Lisboa. Trata-se da primeira de um ciclo de conferências sobre Ambiente, a ter a segunda edição no início de 2012.
Nesta primeira, será apresentado o Movimento Verde, vertente Ecologista do Nacionalismo, ao que se seguirá uma apresentação sobre Energias Renováveis, terminando-se com um espaço de debate.
O evento terá lugar na “Sala Polivalente”, na Rua General Silva Freire, lote C, em Lisboa, às 15:30 horas de Sábado, dia 12 de Novembro. (PNR)
Nesta primeira, será apresentado o Movimento Verde, vertente Ecologista do Nacionalismo, ao que se seguirá uma apresentação sobre Energias Renováveis, terminando-se com um espaço de debate.
O evento terá lugar na “Sala Polivalente”, na Rua General Silva Freire, lote C, em Lisboa, às 15:30 horas de Sábado, dia 12 de Novembro. (PNR)
PNR - Manifesto “Nacionalismo-Renovador”
O combate político, longe de ser estático, tem que saber interpretar os sinais dos tempos, adequar-se à sua época e fazer passar a mensagem ideológica de que se reclama portador. Contudo, sem nunca trair os seus próprios fundamentos.
Tal combate pressupõe estágios de evolução e maturação, requerendo os passos de coragem necessários ao seu crescimento e que impeçam qualquer atrofiamento, pois estagnar é morrer!
Estamos a viver precisamente um desses momentos decisivos em que se impõe um passo em frente, indispensável à credibilidade e amadurecimento do PNR e do Nacionalismo Português.
Se há onze anos atrás o PNR teve o mérito de ser criado, rasgando horizontes para o Nacionalismo em Portugal, impensáveis nos vinte cinco anos que o precederam, de igual modo teve o mérito de vingar e resultar no maior êxito de algum projecto Nacionalista pós-25 de Abril, não só pela sua durabilidade, mas também pelo que, de forma incontornável e inegável, já marcou na agenda política em Portugal. Goste-se ou não, queira-se ou não, o PNR é o partido Nacionalista Português, com um projecto próprio e mensagem singular.
Ao longo da sua curta história, viveram-se muitos acertos e desacertos, esperanças e desilusões, vitórias e fracassos no seu percurso acidentado mas, sobretudo, o cunho que sobressai e permanece, é de constância, determinação e amadurecimento, constituindo um fenómeno positivo e uma inegável vitória na área Nacionalista, cuja história dos últimos 40 anos tem demonstrado ser tão frágil e problemática por muitas e variadas razões.
Passada a era da sua fundação, seguiu-se a da afirmação e depois a da consolidação. Partamos pois, agora, para a da renovação: inventiva e criadora.
UM PASSO EM FRENTE
É chegado, assim, o momento de se dar o passo já anteriormente referido, com implicações internas e externas, e cujo impacte, assim o desejamos e esperamos, se traduza pelo encetar de um caminho de inovação, com os pés na terra, hoje, mas com os olhos postos no amanhã. Numa ideia, pretendemos desvendar e trilhar o caminho de um Nacionalismo moderno e apelativo, que toque as pessoas e as conquiste para a causa: o Nacionalismo-Renovador.
Viveram-se longos anos de tentativas falhadas e expectativas goradas no sentido de se unificar várias tendências dentro do chamado movimento Nacionalista, e a sensação continua a ser aquela de estarmos num beco ideológico e com grande dificuldade em passar a nossa mensagem; de lutar em várias frentes, sendo as mais árduas destas, a das lutas internas e a do bloqueio e desinformação da comunicação social.
O PNR não é uma associação, clube ou grupo de amigos que trabalhe só para dentro e fale para os já convencidos. Pelo contrário, temos vocação e desejo de vir a ser poder, para o que, urge a capacidade, vontade e coragem de Renovar o combate e o estilo, a estratégia e a mensagem, a estética e a linguagem, de modo a que se enquadrem na nossa época e nas nossas circunstâncias.
O nosso ADN é Nacionalista, e as nossas referências históricas também o são! Não renegamos, por isso, nada daquilo que somos. Mas mal de nós se não soubermos destrinçar o essencial do acessório e não libertarmos os fundamentos que nos norteiam dos circunstancialismos temporais. Mal de nós, se nos isolarmos num gueto ideológico, cristalizado no tempo, que não chega às pessoas nem deixa marca na História. Compete-nos a missão de relançar o Nacionalismo com âncoras firmes na nossa Identidade, Cultura e História, mas adaptado aos tempos de hoje.
É chegada a hora de dizer basta aos anacronismos lunáticos e aos saudosismos estéreis que ainda minam a área Nacionalista.
RENOVAR: O QUÊ E PORQUÊ?
Portugal precisa de nós, que somos a verdadeira Alternativa ao regime vigente, Hoje e Agora: com ideias modernas e claras e o olhar posto no amanhã. E para isso já não servem antigos modelos e métodos, que têm o seu lugar na História, mas “são águas passadas que não movem os moinhos” do Presente e do Futuro.
Portugal precisa de ver Renovada a Fé dos Portugueses nos “seus” e na sua Nação, mas para isso, precisa de modelos em que acreditar e de caminhos onde veja esperança e objectivos.
Precisa de Renovar os Valores e mudar mentalidades. Sem estes, não existe sistema politico algum que sirva a Nação e o seu Povo. A sociedade é composta de seres humanos díspares e imperfeitos e, como tal, não almejamos um modelo social utópico ou moralista, mas um sistema em que os valores estejam presentes e moldem mentalidades e condutas.
Precisa de Renovar o conceito de Identidade e Comunidade – amplamente ameaçado, mas ainda muito presente nas nossas vilas e aldeias, guardiãs das tradições – e incutir em cada um de nós o sentido, gosto e missão de contribuir para o objectivo e desígnio nacional: a promoção social e o progresso do país em prol de um Estado Nacional e Social.
Importa Renovar o conceito de Nacionalismo, adaptando-o às necessidades e realidades de hoje, sem nunca perder o ADN que nos caracteriza, sem nunca abdicar dos nossos Valores e Fundamentos, mas compreendendo, na complexidade do mundo actual, as soluções realistas que interpelem as pessoas, fazendo com que se identifiquem e se revejam nas nossas causas e propostas.
Doravante, na área Nacionalista, na militância no PNR e sobretudo nos seus dirigentes, não podem coexistir sectarismos e divergências inúteis, nem identificações e filiações ideológicas estéreis e vãs. As referências e influências mais profundas de cada um, devem ser respeitadas e estimadas, mas restritas à esfera do individual e privado, já que nada criam na discussão vazia de uma esfera pública. O fundamental é construir as bases de um Nacionalismo Português e Moderno. Somos Nacionalistas, e isso basta para nos definir. Somos Nacionais-Renovadores e isso enquadra-nos, dando corpo e sentido ao nosso trabalho e à nossa luta.
No contexto actual, civilizacional, de permanente mutação e dúvida, de caos e incerteza, de destruição de valores, identidades, soberanias e economias, onde os desafios são inúmeros – das comunicações à geopolítica, da economia à tecnologia, do ambiente aos modelos sociais – cabe aos nacionalistas batermo-nos sempre pela essência dos valores que defendemos e não obstinadamente por esta ou aquela forma.
Na defesa e fortalecimento dos nossos valores e causas – Nação, Identidade, Soberania, Família e Trabalho – defendemos o papel preponderante do Estado.
Não queremos mais Estado ou menos Estado, porque sim, presos aos preconceitos em voga, de pendor Liberal ou de pendor Socialista. No primeiro caso, a tendência é para um Estado quase espectador da lei da selva, usurária, imposta pela iniciativa privada e pela economia totalitária. No segundo caso, a tendência é para um Estado subsidiário, abrigo de toda a espécie de parasitas, castrador e igualitário.
O nosso modelo é o de um Estado eficaz, cuja existência é imprescindível, mas sem gorduras nem peso inútil ou atrofiador. Não deve haver presença do Estado onde ela não seja realmente necessária. Deve haver lugar à iniciativa privada e respeito pela propriedade privada.
O Estado é fundamental e tem que ser forte, mas naquilo que lhe compete estritamente: regular e fiscalizar a sociedade civil, promover a Justiça-Social e impedir toda a espécie de abusos, de desigualdades gritantes, e de igualitarismos.
Ao Estado compete assegurar o controlo de todos os sectores vitais para o bem-estar da população e da economia e soberania nacionais, como sejam os transportes, comunicações, energias e recursos naturais.
Ao Estado compete garantir sempre e em cada momento, a maior Independência Nacional possível e a mais ampla margem na escolha de aliados internacionais e de objectivos político-diplomáticos.
Assentes assim nesses pressupostos, que constituem as nossas Causas e as nossas metas, lançamos o desafio e as bases para a criação de um Nacionalismo-Renovador, que seja ouvido e acolhido pelos Portugueses. Por Portugal! Para o século XXI.(PNR)
Tal combate pressupõe estágios de evolução e maturação, requerendo os passos de coragem necessários ao seu crescimento e que impeçam qualquer atrofiamento, pois estagnar é morrer!
Estamos a viver precisamente um desses momentos decisivos em que se impõe um passo em frente, indispensável à credibilidade e amadurecimento do PNR e do Nacionalismo Português.
Se há onze anos atrás o PNR teve o mérito de ser criado, rasgando horizontes para o Nacionalismo em Portugal, impensáveis nos vinte cinco anos que o precederam, de igual modo teve o mérito de vingar e resultar no maior êxito de algum projecto Nacionalista pós-25 de Abril, não só pela sua durabilidade, mas também pelo que, de forma incontornável e inegável, já marcou na agenda política em Portugal. Goste-se ou não, queira-se ou não, o PNR é o partido Nacionalista Português, com um projecto próprio e mensagem singular.
Ao longo da sua curta história, viveram-se muitos acertos e desacertos, esperanças e desilusões, vitórias e fracassos no seu percurso acidentado mas, sobretudo, o cunho que sobressai e permanece, é de constância, determinação e amadurecimento, constituindo um fenómeno positivo e uma inegável vitória na área Nacionalista, cuja história dos últimos 40 anos tem demonstrado ser tão frágil e problemática por muitas e variadas razões.
Passada a era da sua fundação, seguiu-se a da afirmação e depois a da consolidação. Partamos pois, agora, para a da renovação: inventiva e criadora.
UM PASSO EM FRENTE
É chegado, assim, o momento de se dar o passo já anteriormente referido, com implicações internas e externas, e cujo impacte, assim o desejamos e esperamos, se traduza pelo encetar de um caminho de inovação, com os pés na terra, hoje, mas com os olhos postos no amanhã. Numa ideia, pretendemos desvendar e trilhar o caminho de um Nacionalismo moderno e apelativo, que toque as pessoas e as conquiste para a causa: o Nacionalismo-Renovador.
Viveram-se longos anos de tentativas falhadas e expectativas goradas no sentido de se unificar várias tendências dentro do chamado movimento Nacionalista, e a sensação continua a ser aquela de estarmos num beco ideológico e com grande dificuldade em passar a nossa mensagem; de lutar em várias frentes, sendo as mais árduas destas, a das lutas internas e a do bloqueio e desinformação da comunicação social.
O PNR não é uma associação, clube ou grupo de amigos que trabalhe só para dentro e fale para os já convencidos. Pelo contrário, temos vocação e desejo de vir a ser poder, para o que, urge a capacidade, vontade e coragem de Renovar o combate e o estilo, a estratégia e a mensagem, a estética e a linguagem, de modo a que se enquadrem na nossa época e nas nossas circunstâncias.
O nosso ADN é Nacionalista, e as nossas referências históricas também o são! Não renegamos, por isso, nada daquilo que somos. Mas mal de nós se não soubermos destrinçar o essencial do acessório e não libertarmos os fundamentos que nos norteiam dos circunstancialismos temporais. Mal de nós, se nos isolarmos num gueto ideológico, cristalizado no tempo, que não chega às pessoas nem deixa marca na História. Compete-nos a missão de relançar o Nacionalismo com âncoras firmes na nossa Identidade, Cultura e História, mas adaptado aos tempos de hoje.
É chegada a hora de dizer basta aos anacronismos lunáticos e aos saudosismos estéreis que ainda minam a área Nacionalista.
RENOVAR: O QUÊ E PORQUÊ?
Portugal precisa de nós, que somos a verdadeira Alternativa ao regime vigente, Hoje e Agora: com ideias modernas e claras e o olhar posto no amanhã. E para isso já não servem antigos modelos e métodos, que têm o seu lugar na História, mas “são águas passadas que não movem os moinhos” do Presente e do Futuro.
Portugal precisa de ver Renovada a Fé dos Portugueses nos “seus” e na sua Nação, mas para isso, precisa de modelos em que acreditar e de caminhos onde veja esperança e objectivos.
Precisa de Renovar os Valores e mudar mentalidades. Sem estes, não existe sistema politico algum que sirva a Nação e o seu Povo. A sociedade é composta de seres humanos díspares e imperfeitos e, como tal, não almejamos um modelo social utópico ou moralista, mas um sistema em que os valores estejam presentes e moldem mentalidades e condutas.
Precisa de Renovar o conceito de Identidade e Comunidade – amplamente ameaçado, mas ainda muito presente nas nossas vilas e aldeias, guardiãs das tradições – e incutir em cada um de nós o sentido, gosto e missão de contribuir para o objectivo e desígnio nacional: a promoção social e o progresso do país em prol de um Estado Nacional e Social.
Importa Renovar o conceito de Nacionalismo, adaptando-o às necessidades e realidades de hoje, sem nunca perder o ADN que nos caracteriza, sem nunca abdicar dos nossos Valores e Fundamentos, mas compreendendo, na complexidade do mundo actual, as soluções realistas que interpelem as pessoas, fazendo com que se identifiquem e se revejam nas nossas causas e propostas.
Doravante, na área Nacionalista, na militância no PNR e sobretudo nos seus dirigentes, não podem coexistir sectarismos e divergências inúteis, nem identificações e filiações ideológicas estéreis e vãs. As referências e influências mais profundas de cada um, devem ser respeitadas e estimadas, mas restritas à esfera do individual e privado, já que nada criam na discussão vazia de uma esfera pública. O fundamental é construir as bases de um Nacionalismo Português e Moderno. Somos Nacionalistas, e isso basta para nos definir. Somos Nacionais-Renovadores e isso enquadra-nos, dando corpo e sentido ao nosso trabalho e à nossa luta.
No contexto actual, civilizacional, de permanente mutação e dúvida, de caos e incerteza, de destruição de valores, identidades, soberanias e economias, onde os desafios são inúmeros – das comunicações à geopolítica, da economia à tecnologia, do ambiente aos modelos sociais – cabe aos nacionalistas batermo-nos sempre pela essência dos valores que defendemos e não obstinadamente por esta ou aquela forma.
Na defesa e fortalecimento dos nossos valores e causas – Nação, Identidade, Soberania, Família e Trabalho – defendemos o papel preponderante do Estado.
Não queremos mais Estado ou menos Estado, porque sim, presos aos preconceitos em voga, de pendor Liberal ou de pendor Socialista. No primeiro caso, a tendência é para um Estado quase espectador da lei da selva, usurária, imposta pela iniciativa privada e pela economia totalitária. No segundo caso, a tendência é para um Estado subsidiário, abrigo de toda a espécie de parasitas, castrador e igualitário.
O nosso modelo é o de um Estado eficaz, cuja existência é imprescindível, mas sem gorduras nem peso inútil ou atrofiador. Não deve haver presença do Estado onde ela não seja realmente necessária. Deve haver lugar à iniciativa privada e respeito pela propriedade privada.
O Estado é fundamental e tem que ser forte, mas naquilo que lhe compete estritamente: regular e fiscalizar a sociedade civil, promover a Justiça-Social e impedir toda a espécie de abusos, de desigualdades gritantes, e de igualitarismos.
Ao Estado compete assegurar o controlo de todos os sectores vitais para o bem-estar da população e da economia e soberania nacionais, como sejam os transportes, comunicações, energias e recursos naturais.
Ao Estado compete garantir sempre e em cada momento, a maior Independência Nacional possível e a mais ampla margem na escolha de aliados internacionais e de objectivos político-diplomáticos.
Assentes assim nesses pressupostos, que constituem as nossas Causas e as nossas metas, lançamos o desafio e as bases para a criação de um Nacionalismo-Renovador, que seja ouvido e acolhido pelos Portugueses. Por Portugal! Para o século XXI.(PNR)
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Partido Nacional Renovador acusa Governo de arrastar o país para um buraco
O líder do Partido Nacional Renovador (PNR) defendeu hoje como "fundamental" para Portugal um Estado que salvaguarde a independência da nação e acusou o Governo de ignorar o bem-estar da população e arrastar o país para um buraco.
Em declarações à Agência Lusa, José Pinto Coelho defendeu que o actual Estado português sofre de dois males, dos "males de um Estado socialista subsidiário" e "dos males de um Estado liberal, capitalista selvagem".
"O que nós defendemos é um Estado nacional e social. Significa que compete ao Estado ser eficaz, imprescindível, mas sem gorduras, sem se intrometer em áreas onde não seja estritamente necessário pois tem de haver lugar à iniciativa privada", explicou o líder do PNR, no final dos primeiros Estados Gerais do partido.
O encontro serviu para debater assuntos da atualidade e actualizar o programa do partido, bem como para a apresentação do documento "O Nacionalismo Renovador para o século XXI".
Na opinião de Pinto Coelho cabe igualmente ao Estado salvaguardar a soberania e a independência de Portugal, de modo a que o país tenha sempre "a menor dependência externa possível", bem como ser "sólido e sem gorduras".
"Nós temos tido uma sucessão de governos que fazem parte de um regime que para nós faliu e tem de ser substituído urgentemente. É um regime que tem entregue de bandeja toda a nossa soberania, não está a salvaguardar a nação e entregou-nos de bandeja a uma União Europeia que vai implodir a qualquer momento", criticou.
Para o líder do PNR, prova disso está no facto de Portugal ser o país da Europa com a maior zona económica exclusiva marítima, mas viver "de costas voltadas para o mar".
"O mar faz parte do nosso ADN cultural e histórico e o mar tem potencialidades desde as energias, à investigação, passando pela arqueologia marítima, já que temos cerca de dois mil tesouros nas nossas águas territoriais, para não falar nas pescas e no crime que constituiu o abate das nossas frotas", defendeu Pinto Coelho.
O líder do PNR apontou que o atual Governo, juntamente com os anteriores, tem levado o país para um buraco e disse não concordar com as medidas de austeridade impostas porque obrigam a "sacrifícios que não servem para nada". (DN)
Em declarações à Agência Lusa, José Pinto Coelho defendeu que o actual Estado português sofre de dois males, dos "males de um Estado socialista subsidiário" e "dos males de um Estado liberal, capitalista selvagem".
"O que nós defendemos é um Estado nacional e social. Significa que compete ao Estado ser eficaz, imprescindível, mas sem gorduras, sem se intrometer em áreas onde não seja estritamente necessário pois tem de haver lugar à iniciativa privada", explicou o líder do PNR, no final dos primeiros Estados Gerais do partido.
O encontro serviu para debater assuntos da atualidade e actualizar o programa do partido, bem como para a apresentação do documento "O Nacionalismo Renovador para o século XXI".
Na opinião de Pinto Coelho cabe igualmente ao Estado salvaguardar a soberania e a independência de Portugal, de modo a que o país tenha sempre "a menor dependência externa possível", bem como ser "sólido e sem gorduras".
"Nós temos tido uma sucessão de governos que fazem parte de um regime que para nós faliu e tem de ser substituído urgentemente. É um regime que tem entregue de bandeja toda a nossa soberania, não está a salvaguardar a nação e entregou-nos de bandeja a uma União Europeia que vai implodir a qualquer momento", criticou.
Para o líder do PNR, prova disso está no facto de Portugal ser o país da Europa com a maior zona económica exclusiva marítima, mas viver "de costas voltadas para o mar".
"O mar faz parte do nosso ADN cultural e histórico e o mar tem potencialidades desde as energias, à investigação, passando pela arqueologia marítima, já que temos cerca de dois mil tesouros nas nossas águas territoriais, para não falar nas pescas e no crime que constituiu o abate das nossas frotas", defendeu Pinto Coelho.
O líder do PNR apontou que o atual Governo, juntamente com os anteriores, tem levado o país para um buraco e disse não concordar com as medidas de austeridade impostas porque obrigam a "sacrifícios que não servem para nada". (DN)
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Sexta-feira, 30 de Setembro de 2011
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